IB no HELLFEST 2012: Dia 03 + Dicas sobre como ir

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O bom de acampar num quintal é que você tem todas as regalias de estar em uma casa. Banheiro pra tomar uma banho quente, rango sem terra como cobertura e por sorte a Simone é uma pessoa massa que fez até um arroz pra gente no domingo. Acordamos com aquele puta cheiro de comida e depois de dias comendo que tranqueira, aquilo parecia a própria presença de Deus, bom, não aquele Deus que você acha que é o Nergal, tô falando do Tom Warrior, saca?

Quando você quer muito, muito, muito, muito comer um rango caseiro, as consequencias podem ser quase trágicas pra quem quer ver quase todas as bandas boas do Hellfest. Pela manhã a primeira banda que eu realmente queria ver e perdi era o Year of No Light, mas ia ter uma diferença de quase duas horas entre eles e o Brutal Truth, que eu queria pra caralho ver também, mas beleza. Comi aquele rango como se não houvesse amanhã e se pudesse tinha comido até o prato, tá louco… hahaha!

A preguiça foi tanta que nosso primeiro show do dia foi o Anaal Nathrakh, que começaria às 16h45, mas a gente chegou um pouco antes e foi nessa hora que encontrei com os cara no backstage e tirei a foto que você viu no post do dia 01. Eles tavam com aquelas brejas indo pro palco montar o equipo.

Eu e o Barão pegamos nossa breja, tava um sol do caralho, mas totalmente brasileiro, sol de domingo jogar bola na rua, mas os nórdicos tavam parecendo camarão de tão vermelhos. Tinha um que eu diria que se caisse uma gota d’água, ele ia explodir de choque térmico. Rolê perdido dado, fomos nos abundar pra ver o Anaal Nathrakh no palco The Temple enquanto isso, o Blood Red Throne mandava aquela porcaria de death metal de quinta deles no Altar

Pra você entender o lance dos palcos Altar X The Temple. Eu comentei ontem que eles ficavam sob a mesma tenda, no caso essa:

Não se engane pela foto, lá dentro é GIGANTE!

Bom, como ainda devia ter uns mano perdido vendo Acid King e/ou Walls of Jeriquaquara, consegui um excelente lugar na grade de frente pro V.i.t.r.i.o.l, que aliás é um MONSTRO ao vivo. Eu já tinha visto ele no sabado com o Benê, e já tinha me impressionado, mas o que ele faz no A. N. é de arrancar o fubão dos irmões com a pinça. Que bicho venenoso do caralho!

Aliás, a banda  toda tava inspirada. Além do V.i.t.r.i.o.l, outro destaque ao vivo é o Drunk (baixista). Primeiro que ele chegou pra montar o equipo com um colete jeans forrado de patch crust/punk/hc. O case do baixo dele é outro outdoor de de adesivo punk e quando ele tirou o baixo, o ÚNICO adesivo que tinha era do Integrity. Respect! Fora que o bicho foi o cara que mais vi agitando de todas as bandas do fest. O maluco é uma animal louco, tocava e bangueava com a cabeça à ponto de dar testada no chão.

Caras, quando rolou “Submission is for the Weak”, eu tava na grade metade pra fora, metade pra dentro dando pirocóptero de tanto banguear. Eu saí do pico sem voz, tava  quase tentando mandar meu currículo pra banda ver se eles me contratavam de tester de microfone, caso essa profissão exista. FOI DE CHORAR DE LINDO!

Rolou “Pandemonic Hyperblast”, a espetacular “Do not Speak”, que eu já tinha enjoado dela há  anos de tanto que ouvi quando o disco saiu, mas que ao vivo foi espetacular. E um dos sons mais fodas que eles já compuseram depois do Domine non Es Dignus, a “More of Fire Than Blood”, com aquele riff funeral de refrão que rebenta o coração. Eu curto absolutamente tudo do A.N. do Total Fucking Necro ao Domine…, depois curto pouquíssimas coisas, mas esse som é um deles. Fókken awesome!

Pós-show:

Terminado esse roleT, voltamos ao Extreme Market porque eu simplesmente esqueci que tinha show do d.USK, a reencarnação decrépita do dISEMBOWELMENT, mas que certamente me arrancaria lágimas. FEZES! Esse aliás é o único show do fest todo que me deixou mal por não ter visto e até hoje eu penso nessa merda e fico mal, hahahaha.

Mas não dá nada, enquanto tava no lá vendo as peitas e o que mais eu pegaria de vinil, encontrei o Stephen O´Malley dando rolê e acabamos trocando uma idéia rápida e ele deu umas dicas do tipo “como assistir a um show do Sunn O)))“, que aliás foram valiosíssimas e vou contar mais tarde. Outra coisa boa de ter ido pra lá e trombado o cara, é que eu tava procurando o vinil exclusivo que eles tava vendendo nessa tour. Como ele tinha acabado de chegar, tava deixando as coisas pra venda em um outro lugar que vendia merch e eu não fazia nem idéia que existia, descobri porque ele falou que as coisas tinham ido pra lá. É um pico escondido DO LADO do Mainstageonde fica lotado sempre. Eu jamais teria visto. Bom, peguei o meu e saí vazado pq tava rolando Devildriver e eu me recuso a crer que essa banda exista.

Na real, nessa mesma hora do d.USK além do Devildriver, o Dying Fetus também tava rolando, mas acho outra porcaria então continuei ciscando atrás de breja. Voltei e fui me arrumar no The Valley pra ver o show da ENTIDADE Pentagram.

Sei que pra muito “grindero pós-moderno” pode parecer ofensivo, mas acho Lock Up chato pra kct e eles eram a única banda no mesmo horário da trupe do Bobby Liebling, já que Trivium nem banda é considerado. Logo, fui pegar a cerva, colar no The Valley de novo e aguardar.

Bicho, nesse tempo em que eles tavam montando o palco, o Bobby apareceu umas duas vezes. É IMPRESSIONANTE o carisma que o bicho tem! Ele dava as caras, e a galera ovacionava ele como o seu novo Romarinho. Ele foi vestir essa blusa de rebites do lado do palco e nego gritando “Pentagram!”. fora que em cima no palco tinha uma puta galera, acho que foi a maior concentração de nego de banda vendo outra que presenciei no fest inteiro. Quando o Victor Griffin ligou o ampli e soltou meia dúzia de nota também foi outra farra do boi. Esse show tava um puta clima animal!

Como a presença de palco do Bobby é foda! O cara é único, aquele olhão craqueiro arregalado que ele fixava em alguém da platéia. Fazia isso o tempo todo, e caras, te digo que é intimidante no talo, de te deixar realmente desconfortável, hahaha! Depois ele fazendo as dancinhas, chacoalhando a língua, fazendo poses, e sensualizando com as minas dando piscadela e o caralho… Tá louco, é de longe o maior frontman da história! Eu posso dizer que vi uma lenda.

Ah, quase esqueci de falar do som. Os caras “só abriram” com “Death Row” e fecharam com “Wartime”, no miolo com “Forever My Queen”. Foi espetacular, e vou parar aqui porque olho gordo e boneco voodoo… Não façam isso comigo, caras! =(

Eu sei que é demais ver um show do Pentagram, mas me queiram vivo, ainda tem At the Gates no fim do mês, hahaha!

(Barão) Quando o Suffocation veio no Brasil, logicamente que nem pensei muito pra colar. Piro na banda a mili décadas e seria do lado de casa. O foda é que foi num pico muito horroroso lá na Penha onde você ouvia tudo, menos o death metal técnico dos manos! Sim, foi uma grande merda.

Nesse terceiro dia de fest já não tava mais me aguentando em pé, tirar fotos e ver metaleiro sujo, daí tentei ver poucas e boas bandas, mesmo que já tivesse perdido, por exemplo, o Year of no Light. O Suffocation tava na lista porque precisava ver os bixos tocando lindamente com aquela qualidade de som perfeita que os oropa tem as manhas de oferecer e havia decidido que teria que ter doses cavalares só de Death Metal por dia de fest. No primeiro foi Benediction e Obituary, no segundo foi Vomitory e Entombed, e neste dia só tinha eles que eu considerasse foda, tinha que colar.

E óbvio que foi foda. Bruto como chute no cu, death metal bombadão, técnico sem ser irritante como é estes Brutal Death Metal sonolento que surgiu no começo de 2000. Sentindo os riffs e a técnica sem frescura, tocando clássico atrás de clássico (até porque se tocassem coisas mais novas eu nem ia manjar mesmo), com direito a “Effigy of the Forgotten”, Pierced From Within”, Infecting The Crypts”, etc, etc.  E o Frank Mullen obviamente em toda música fez os milhares de discursos deles. Porra, como esse puto curte falar!

Findado o Suffocation e a dose de death metal do dia, tomei café e colei lá no Sunn O))) pra esperar o último filé do rolê e encerrar a maratona.

 

CHEGOU A HORA! Depois de anos de curtição caçando baladas na vila olimpia com o pessu-da-facu que rolasse funeral doom, drones, death/doom e afins, eu me sentia em casa no Hellfest, especialmente no The Valley, que se fosse chamado de Palco Roadburn, também daria totalmente certo.

Quando eu falei com o Stephen O´Malley durante o dia, ele comentou que o melhor lugar pra ver um show do Sunn O))) seria no centro do lugar, um pouco à frente de onde fica o cara da mesa de som ali no miolo da galera e acrescentou: “só toma cuidado com os moshes”, hehehe. A explicação é que o Randall Dunn faria todo o palco deles, e o som que sai dos amplis na frente é uma coisa, mas a massa do bagulho vem dos PA’s que convergem naquele ponto indicado. Então ali, a sensação do bagulho fritando é muito maior. Perfect! ter uma dica dessas pra ver esse show vale ouro. Dado a minha altíssima expectativa, eu queria pra caralho que rolasse a melhor experiência possível.

Uma coisa é fato, um festival open air e um palco em uma tenda de lona abertona definitivamente não é a melhor estrutura pra um show do Sunn O))), mas mesmo assim os caras conseguiram. Eu cheguei bem mais cedo porque tava rolando o The Obsessed e eu tava afim de ver o show com o Wino de novo e  tudo mais. Enquanto isso, o Barão tava vendo o Suffocation no Altar.

The Obsessed

Terminado o The Obsessed, eu queria ver como os negos montavam o palco da banda. É realmente impressionante, o equipo deles tava completo, a estrutura dos amplis e do retorno sozinhos já parece um bagulho ritualistico, com a parede de Model T da Sunn O))) imitando Stonehenge, hehehe! Aos poucos os caras iam bombando a fog machine pra fazer a fumaça, mas bem pouco, afinal eles ainda estavam montando o palco e precisavam enxergar o equipo. Enquanto montavam, uma hora o Stephen O´Malley plugou a guita, tava regulando os cabeçotes quando do nada soltaram no PA. MALUCO!!!! Que bagulho alto do caralho!

Depois do corre de montar tudo que o Randall fez, o Greg Anderson e o Stephen O’ Malley saíram do palco e só deu pra ver o Atilla no cantinho aquecendo a voz, mas tudo o que vimos depois disso. Pouco tempo depois a fog machine começou a soltar tanta fumaça que quando o show começou, mal se via o semblante dos caras, muito menos do Steve Moore (ex-Earth) que tava fazendo os Moog no rolê e ficava sentadinho no meio. Aliás, a primeira parte do show foi toda dele praticamente, com uma sequência de 3 notas onde a última era tão alta que, eu juro por cristo sereno, fazia as extremidades do corpo todo vibrarem. E nem to falando da cabeça do meu pau.

Eu já tinha visto mó galera falar da experiência de estar num show do Sunn O))), gente que amou, gente que detestou… Tem de tudo, mas uma coisa é certa, o show deles mexe fisicamente com você. O chão treme, seu corpo treme, a ponta do nariz treme e coça, o pomo de adão treme, é impressionante! No meio da coisa toda, chega uma hora que quando os dois começam a massificar o som e a nota se estende demais, parece que você tá numa cadeira de massagens. Cara, entenda, eu não estou exagerando. O som é tão sólido que você realmente se sente embrulhado pela frenquência do esquema, mas é um lance que parece viagem demais até você presenciar.

A voz do Atilla é outro ponto que nem o próprio belzebão explicaria. O mano é um alien! Mas isso você já sabe, já viu várias coisas que ele fez… Mas ver aquilo é realmente único!

O show teve 3 momentos divididos em cores: roxo, verde e outra cor que não lembro, hahaha, mas foda-se! Durante o verde, rolou quase que 20 minutos de um monólogo do Atilla, quase sem instrumento, parecia uma palestra fúnebre. Ele faz movimento circulares e lentos pra caralho. Na real, em uma hora eu me dei conta que aquilo parecia uma encenação teatral do Begotten (o filme).

Mas não se engane, o show deles pra quem é fã de pula-pula e foi lá de curió, é tipo esperar um ônibus do lado de um motor à diesel gigante e por isso uma puta galera saiu fora muito antes. Afinal, o bagulho é de fato uma massa de som fúnebre, monolítica, monótona, opressora e claramente a fanzada dos “jump da fuck up” que estavam ciscando ali não duraram muito. Hebe Camargo, que esteve comigo durante o show comentou no final: *”Foi mágico, me dá um selinho”*

E essa era a última das bandas daquelas que eu vim comentando que me fizeram colar nessa edição do Hellfest e todas valeram absolutamente cada centavo. Obg dnd.

AMAY!

Segundo: VAKKA 

  1. Sunn O)))
  2. Pentagram
  3. Anaal Nathrakh
Segundo: BARÃO
  1. Saint Vitus
  2. King Diamond
  3. Dropkick Murphys

Caras, algumas coisas que me fizeram não ir durante tanto tempo é porque eu tinha um monte de dúvidas sobre como fazer, onde ficar, quanto gastar e tudo mais e nunca tem ninguém pra ajudar nessas horas, a não ser um bando de cuzão que se sentem mais que os outros porque estiveram no fest. Eu vou tentar aqui contar um pouco como foi minha experiência e espero que ajude de alguma forma a vocês levantarem a bunda do sofá e irem ano que vem.

  1. Tire seu passaporte: É corre mais importante. Afinal, sem essa merda você não vai nem pra Guaianaezes do Norte. Custa cerca de 150,00, você preenche o cadastro no site e vai até um posto da polícia federal agendar pra levar os documentos e tudo mais. Geralmente é rápido indo direto, eles agendam pra uns dias e você pega o passaporte uma semana depois.
  2. Compre sua passagem =): “Ah vá” sim! Compra com um tempo de antecedência que rola preço bom pra kct e você parcela no seu cartão das Casas Bahia. Nós fomos de São Paulo pra Madrid e fizemos conexão pra Paris. Saiu mais barato que Air France direto, e pelo menos a Iberia não tem histórico de queda no Atlântico.
  3. Estadia: Você pode comprar a barraca e ficar no camping, o que é tipo muito warrior, já que você tem que lidar com os mano breaco o tempo todo, fica preocupado com as suas coisas na barraca e tudo mais. Nós fizemos couch surfing, como você viu no primeiro post, mas outra opção é ficar em hotel em Nantes, cidade próxima. Tem lotação direto de Nantes pro Hellfest.
  4. Paris > Clisson: Se você estiver em Paris, vai pegar um trem que custa cerca de 140,00 euros ida e volta até Nantes e de lá pra Clisson. Aí chega na estaçãozinha de trem e já tem van levando pro fest, ou lhe desejo muito boa sorte de ir com as malas à pé até o pico.
  5. O que comer no fest: Dentro do fest tem coisa pra caralho de comida que variam de 5 até 10 euros. Eu evito comer os bagulhos com molho porque meu estômago é uma boneca pra ter derrame. Logo, eu ficava em barraquinha de lanche e tal, mas a melhor de todas que quando eu descobri eu só fiquei ali, é um bagulho de Churrasco Argentino. Uma baguete gigante com uns 4 nacos enorme de carne no sal grosso, foda demais! Vegetarianos: existe umas 2 barracas grandes dedicadas à vocês, vão na fé;
  6. O que comer depois do fest: No segundo dia descobrimos uma barraquinha saindo do Hellfest que tem uma cabeça de javali empalhada na bancada. Uma mina local muito bêbada ficou me enchendo o saco pra eu provar aquilo, que era um tipo de presunto tal e chama sanglier. Imagina aquele tipo de salame chamado copa, pois é tipo aquilo só que mais gordo e macio e muito mais temperado. Quando o cara me serviu ele disse: “Isso é pra você sentir o gosto da idade média”. Foda!
É isso, agora é esperar o ano que vem, seja no Hellfest ou em outro fest perdido nos cafundós do velho continente.

Sanglier



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Por: Vakka Veja todos os posts do
Embaixador do Intervalo Banger no Brasil
  • A.

    massa as dicas! os sites e blogs sempre falam dos festivais mas nunca ninguém faz isso!

    • http://intervalobanger.com/ Intervalo Banger

      Valeu cara… se precisar de mais alguma, manda ae!

  • http://www.facebook.com/paulo.fioratti Paulo Norberto Fioratti Filho

    Nem é tão foda ficar no camping. Largue de ser frango. Eu sou mais velho que você e fiquei de boa.

    • IntervaloBanger

      Hahahah Eu to ligado, ficaria de boa também, se eu não tivesse outro jeito… mas to mostrando que tem outras alternativas, caso nego possa fazer esquema.

  • Thiego_hetfield

    Fodão ai a cobertura! parabéns pelo trampo!

    • Vakka

      Valeu man!

  • Raquel Setz

    Sunn O))) ao vivo… invejinha…
    E vc fez a entrevista com o O’Malley, Vakka?

    • Vakka

      Nem fiz, trombei com ele no Extreme Market e rolamos uma ideia só.

      Na real eu tava cansado pra caralho e com preguiça hahahahahaha

  • Pingback: Os mais esquisitos do Hellfest 2012 « metallicc

  • http://www.facebook.com/miasma666 Rafael Tavares

    Vou compartilhar aqui minha experiência com o Sunn que até cheguei a postar no meu FB no dia que os vi.
    Descrever a experiência de ver o Sunn O))) ao vivo é algo muito difícil. Confesso que, apesar de gostar muito do projeto, da proposta, e de estar curioso pela apresentação deles, eu não imaginava que seria dessa forma.
    Durante uma hora, eu senti a vibração do som atravessando o meu corpo, cada onda de ressonância que passava era como se levasse embora um pedaço da alma. Meu corpo tremia, meu maxilar vibrava, e senti um bolo na garganta por várias vezes. Até que chegou a um ponto que eu simplesmente resolvi sentar no chão, relaxar e me deixar levar para algo que quase como um transe. É como se em um primeiro momento você percebesse o corpo e mente como uma impressão fora de registro, e no final se torna tudo uma coisa coerente e unificada. É algo muito denso, introspectivo, intenso e por vezes angustiante e doloroso, mas acima de tudo uma experiência sensorial incrível.

    • Vakka

      Bicho, faço minhas as suas palavras. Foi exatamente isso!

      É engraçado que se eu não tivesse vivido isso, ia achar que nossos depoimentos estavam sendo eufóricos demais, supervaloziando a banda demais… mas realmente é uma experiência única, diferente de qualquer coisa que já vi e senti em um show, e realmente difícil de descrever em palavras.

  • http://www.facebook.com/profile.php?id=823279033 Ana Passos

    ~~Le chef c’est moi~~

  • Diego

    quanto a pessoa gasta mais ou menos para ir os 3 dias de festival? tipo: ingressos, hospedagem, passagens, comida, bebida… morro de vontade de ir mas não tenho nem ideia, nunca viajei pra fora do país, mas estou planejando ir próximo ano… vocês poderiam dizer quanto é o custo mais ou menos? e vocês conseguiram se virar por lá (tanto no festival como na chegada na frança até o local do evento) numa boa só falando inglês ou tiveram problemas com francês? posso estar perguntando besteira mas é porque eu não tenho a menor noção de custo para ir… mas por exemplo: com uns 3 mil reais dá pra ir numa boa, sossegado ou é preciso muito mais que isso?

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